quinta-feira, 14 de agosto de 2008

CONTINUANDO...

Dando continuidade ao estudo do livro O Teatro é necessário?, de Denis Guénoun, discutimos, no dia 29/08, o capítulo IV, que fala do surgimento do cinema e como este se apoderou do imaginário do espectador.

Como de costume, fazemos uma leitura ao final de cada encontro.
Cecília Bizzotto escolheu Branca Maria de Paula.

No dia 05/08, o capítulo V fecha e conclui que o teatro é um jogo, em que o espectador também é um participante. Ele não vai mais ao teatro para apenas se identificar com uma personagem, mas sim para ver como o ator executa seu trabalho. Segundo Guénoun, o teatro amador tem como público seus parentes e amigos e o teatro profissional seus pares. E o livro pára na década de 1970. Será que evoluimos?

Para as décadas de 1980 e 1990, nosso orientador Juarez Dias escolheu Robert Lepage, que complementa propondo "espetáculos em processo, que se construam durante as apresentações públicas, resgatando seu caráter de jogo e por isso ativando no espectador sua curiosidade, despertando-o da letargia da vida cotidiana, incitando o ator mais à idéia de jogar em cena que atuar."
Esse debate fechou a primeira fase das discussões internas, na sexta-feira, dia 08/08, para, no dia seguinte, realizarmos o seminário Palavra-Pensamento, com os convidados da área de comunicação. Mas isso, fica para a próxima blogada.

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